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Pet Shop Boys, 'Electric'

No 12º álbum do Pet Shop Boys contém uma diversificação dance e eletrônica sempre vista em tudo quanto é material lançado por eles. Porém, quando o mundo pensava que já não era a mesma coisa, sendo uma das coisas mais entediantes, o grupo lança Electric , um disco na medida para as pistas de dança, mostrando que eles ainda estão por dentro do negócio, mostrando isso em faixas como "Bolsy" e "Love Is a Borgeois Construct", com suas batidas e vibrações sendo semelhantes aos sucessos do A-Ha nos anos 1980. É um material interessante de conferir. Não se arrependerão. Por Leonardo Pereira

Jay Z, 'Magna Carta... Holy Grail'

O novo álbum de Jay Z remonta as suas características de seus antigos discos – The Blueprint (2001) e The Black Album (2003) – o que isso certamente traz um grande fator positivo ao novo disco.  Magna Carta... Holy Grail é o fim do silêncio do rapper americano de três anos sem lançar mais nada além de The Blueprint 3 – a continuação do renomado disco de 2001 – e se relançando para dentro no ramo musical novamente. Desde sempre, Jay Z contém a carta na manga, e como sempre tem as suas mensagens na ponta da língua. Ele até sampleou "Smells Like Teen Spirit" do Nirvana e "Losing My Religion" do REM para colocar em Magna Carta . O que mais ele poderia fazer em sua volta convincente para o centro da música pop? Em Magna Carta... Holy Grail existe uma possível indignação do rapper: Em "Holy Grail", ele deixa isto bem claro, mas com sua instrumentação sempre beirando à decepção. Em vez disso, "FuckWithMeYourKnowIGotIt" soa totalmente agressiv...

Os Melhores Discos de 2013 (Até agora)

A metade do ano já se passou, e muitos lançamentos nos rondaram de novidades. As pistas de danças tem o que colocar para entreter a todos, enquanto que o hip-hop cada vez mais está ganhando status de gênero pop, mas o rock & roll não se dá por vencido, e traça formalmente os ouvidos de todos os jovens com a volta do mestre, o camaleão David Bowie, enquanto que temos novamente uma revelação: Jake Bugg. John Fogerty — Wrote a Song for Everyone Culturalmente, John Fogerty é uma das maiores lendas vivas que o rock & roll já presenciou. Nesta nova jóia que reúne um monte de seus clássicos de Creedence Clearwater Revival, nomes como Foo Fighters ("Fortunate Son"), Kid Rock ("Born on the Bayou") e Bob Seger ("Who'll Stop the Rain") fazem versões que corajosamente confrontam com as gravações originais. Resenha de 'Wrote a Song for Everyone'       Vampire Weekend  — Modern Vampires of the City Vampire Weekend finalmente desistiu da uni...

Soda Stereo, 'Canción Animal'

"Ella durmió/Al calor de las masas/Y yo dêsperté/Queriendo sonhar", canta o vocalista e guitarrista Gustavo Cerati, em meio a guitarras meio funkeadas e uma bateria de tirar o fôlego de tão pontente de Charly Alberti na faixa mais conhecida do álbum e do rock argentino. O quinto álbum do Soda Stereo, a banda que melhor representa o rock argentino simplesmente é uma grande surpresa para todos nós. É impressionante a forma como um álbum latino como Canción Animal se tornou um dos raros discos de língua espanhola a vender muito no mundo inteiro, e fazer da banda argentina, que já era um fenômeno em toda América do Sul, na melhor banda de rock latino da história. Os fenômenos musicais não muito conhecidos do rock argentino são as guitarras meio funkeadas, que, em meados dos anos 1980, transformou sua música em uma completa dança, com baterias de forte acompanhamento e uma batida poderosa e potente. Aqui em Canción Animal , temos muito destas coisas. Por exemplo, em ...

The Rolling Stones, 'Sticky Fingers'

Dentro da percepção, os Stones sempre foram os responsáveis pela mistura do country com o rock, colocando versos de Mick Jagger para entrar em rítmo com as melodias loucas do guitarrista Keith Richards. Enquanto a abordagem estritamente comercial de Let It Bleed trouxe o blues para esta grande integração do rock & roll da banda, em Sticky Fingers , os Rolling Stones se autodeclararam a maior banda de rock & roll de todos os tempos: Com o fim oficial dos Beatles em 1970, deixando um grande número de beatlemaníacos completamente decepcionados, Jagger e Richards enfim poderam comemorar — e arregaçar as mangas.  Além de toda esta comemoração musical pela vitória dos Stones — pelo menos em termos de longa duração —, há uma certa nostalgia contida pelo grupo em Sticky Fingers , primeiro disco a conter o tão conhecido símbolo da banda e o primeiro registro a ser lançado sob seu mesmo selo. Contudo, a energia contida aqui é simplesmente fantástico, ao mesmo tempo em que ...

Jake Bugg, 'Jake Bugg'

Jake Bugg é um grande garoto de 19 anos que compartilha todas as suas idéias com seus gêneros prediletos, o indie e o folk, cuja sua estreia dando seu próprio nome como título do álbum chegou ao topo das paradas do Reino Unido no ano passado, um pouco surpreendentemente, com músicas parecidas com uma lenda folk chamada The Freewheelin' Bob Dylan e The "Chirping" Crickets and a Date With the Everly Brothers . Este rapaz soa musicalmente como Mumford & Sons e com os outros artistas artisticamente artesanais de indie folk. Sob as minhas mãos, eu tenho uma pequena revelação — que tem tudo para se tornar maior.  Representante do folk clássico dos anos 1960, Bugg fez o que Adele e Amy Winehouse fizeram com o soul em seus registros. Ele tocou o espírito destes dois gêneros e estilos datados para atualidade. Em "Seen It All", Bugg canta em uma espécie de experiência, como se fosse o próprio Bob Dylan em pessoa que estivesse contando um "causo" ...

Agnetha Fältskog, 'A'

O quinto álbum de Agnetha Fältskog soa totalmente pop, apesar de conter algumas batidas simplesmente eletrônicas que não chegam a prejudicar a audição de ninguém. Por outro lado, é muito bom ouvir novamente a voz de Fältskog no pop-rock estiloso "The One Who Loves You Now", nos levando novamente às memórias sensacionais e gloriosas de seus tempos de vocalista do ABBA. Seu conteúdo é totalmente preservado, mas aberto para experiências musicais novas, como a cantora sueca havia anunciado. Parece que está dando certo nas paradas de sucesso do Reino Unido, estando na sexta posição – é a primeira vez que Fältskog consegue alcançar uma colocação perto das nuvens nas paradas britânicas – e conquistando um público novo que, há cada história contada por seus veteranos sobre sua música, fazem surgir ainda mais novos amantes de boa música. Por Leonardo Pereira