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Os Melhores Discos de 2013 (Até agora)


A metade do ano já se passou, e muitos lançamentos nos rondaram de novidades. As pistas de danças tem o que colocar para entreter a todos, enquanto que o hip-hop cada vez mais está ganhando status de gênero pop, mas o rock & roll não se dá por vencido, e traça formalmente os ouvidos de todos os jovens com a volta do mestre, o camaleão David Bowie, enquanto que temos novamente uma revelação: Jake Bugg.

John Fogerty — Wrote a Song for Everyone
Culturalmente, John Fogerty é uma das maiores lendas vivas que o rock & roll já presenciou. Nesta nova jóia que reúne um monte de seus clássicos de Creedence Clearwater Revival, nomes como Foo Fighters ("Fortunate Son"), Kid Rock ("Born on the Bayou") e Bob Seger ("Who'll Stop the Rain") fazem versões que corajosamente confrontam com as gravações originais.

Resenha de 'Wrote a Song for Everyone'    


Vampire Weekend Modern Vampires of the City
Vampire Weekend finalmente desistiu da universidade e as graduações e se estabeleceu em um trabalho que eles levaram realmente a sério. Em seu terceiro disco, os grooves são fortes e potentes, as letras deixaram de ser pretensiosas e as harmonias soaram agradáveis. Não é suavizado, é apenas feito para o clima. Isso é a banda mostrando sua auto-confiança.

Resenha de 'Modern Vampires of the City'    


Kanye West — Yeezus
Cheio de obscuridade, e o tipo de música extrema e ambiciosa, Yeezus é um registro abrasivamente extravagante — completamente moldado, esmurrando no minimalismo do hip-hop, com a mistura de uma sonoridade industrializada, para não mencionar a parte lírica que indica que ele se considera "um grande astro do rap".

Resenha de 'Yeezus'     


David Bowie The Next Day
O retorno triunfal e inesperado ao mesmo tempo de David Bowie não me decepcionou, apesar de eu ter em mente uma certa preocupação quanto a isso. Bowie fez uma ponte entre as músicas da Trilogia de Berlim nos anos 1970 e o material reflexivo dos anos 1990 e 2000. Longe de ser uma despedida oficial, o disco mostra um David Bowie bem resolvido e energicamente otimista; mas nunca arrependido, e sem estar pronto o bastante para se dispedir.

Resenha de 'The Next Day'


Jake Bugg — Jake Bugg
Estou impressionado e encantado com a estréia de Jake Bugg, o garoto de 19 anos que toca seu violão e sua gaita de boca, incorporando Bob Dylan e misturando uma sonoridade indie poderosa. Este ano tem tudo para ser ótimo para Jake Bugg, uma nova estrela que chegou para ficar.

Resenha de 'Jake Bugg'


Daft Punk Random Access Memories
Particularmente, considero o disco mais importante das pistas de dança do mundo inteiro. Neste material de mais de uma hora de duração, o duo francês vira seu roteiro com as participações especiais do vocalista dos Strokes, Julian Casablancas, o compositor Giorgio Moroder e seu colega Paul Williams, criando uma clássica sonoridade moderna de discoteca que mistura magia com fantasia e com a fusão de eletro-jazz, eurodisco e etc.

Resenha de 'Random Access Memories'


Justin Timberlake The 20/20 Experience
Fora do ramo musical há sete anos — quando lançou FutureSex/LoveSounds em 2006 —, Justin Timberlake mostra uma nova abordagem em seu mais recente disco, mostrando que o seu poder pela música misturada com muito soul e backing vocals gospel é outra de suas qualidades musicais. Certamente, junto com Random Access Memories, será um dos melhores discos das pistas de dança globais.

Resenha de 'The 20/20 Experience'


Queens of the Stone Age — ...Like Clockwork
O novo álbum do Queens of the Stone Age saiu quentinho do forno; trata-se do melhor disco que a banda de Josh Homme já produziu em anos, com muita sagacidade experimental e aquele velho hard-rock sujo, mostrando a todos o sinal de novas mudanças.

Resenha de '...Like Clockwork'


Por Leonardo Pereira

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