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No Doubt, 'Push and Shove'

Não faz muito tempo que o No Doubt lançou o seu primeiro álbum, se vocês pararem para reparar mesmo. Eles apenas são 11 anos mais velhos, e eu percebi que eles estão determinados a serem mais sábios. Push and Shove vai mais para o lado dos sintetizadores misturados com a música pop e trazendo temas de gente grande: lutas de relacionamento e romance. As canções são cativantes, o que mostra que Gwen Stefani não consegue manter a voz até o momento preciso, na hora das melodias grandiosas. Mas de qualquer maneira, desde que conhecemos a banda, será que realmente nós queríamos um álbum "maduro" do No Doubt? Por Leonardo Pereira

The Killers, 'Battle Born'

O quarto álbum dos Killers pode ser uma febre ampla de um sonho totalmente selvagem para esta geração. A banda coloca estilos inspirados nos anos '80, na trilha sonora musical de antigamente em "Flesh and Bone", colocando sua mistura musical assinada por Brandon Flowers. A lista de incontáveis produtores como Daniel Lanois, Brendan O'Brien, Steve Lillywhite e Stuart Price ajudaram os Killers a correrem atrás de seu cálice sagrado, especialmente em épicos românticos mostrados em "Runaways" e "The Way It Was", que embala miticamente um Meat Loaf em um corvete vermelho até levá-lo para uma onda inebriante de magia ao som da banda. Por Leonardo Pereira

Green Day, '¡Uno!'

Quando todo mundo começou a pensar que o Green Day não faria mais álbuns como estes – 12 novas explosões de gancho pop, um toque quente e simples, sem agenda operística – o vocalista e guitarrista Billie Joe Armstrong, o baixista Mike Drint e o baterista Tré Cool fizeram três discos de uma vez só e colocaram a chama roqueira neles. É loucura, é claro, no que estão passando nesse momento para o negócio da música. Na verdade, a trilogia do Green Day, com o antigo co-produtor Rob Cavallo eram como as coisas costumavam ser. Em 1964, sozinhos, os Beatles lançaram dois álbuns, três singles e dois EPs na Grã-Bretanha; no ano seguinte, os Rolling Stones colocaram cinco singles e três discos nos Estados Unidos. ¡Uno! é o primeiro álbum de estúdio da banda de East Bay em três anos, mas conceberam o álbum em notícia de última hora, com clamor da guitarra estilo anos 1970. Estamos revivendo 1977, quando a velocidade do rock & roll ficou impossível de obter o fôlego. Cada faixa foi...

Bob Dylan, 'Tempest'

O trigésimo quinto álbum de estúdio de Bob Dylan começa com um trem explodindo. Basicamente, todas as sonoridades tem na primeira faixa, "Duquesne Whistle", são muito bem aproveitadas por Dylan, como sempre. Uma onda de grande inspiração ronda Tempest , talvez o álbum mais obscuro e deprimente de toda a carreira do músico norte-americano. Na imaginação de Dylan em "Duquesne Whistle", ele imagina uma mulher sorrindo através de uma cerca. É espantoso o que "Duquesne Whistle" sugere, o quanto pode ser canalizado através de um som tão simples. Essa noção define a carreira de Dylan, e, especialmente, no que ele produziu na década passada – a música construída a partir de formas tradicionais e temas de assuntos eternos como o amor, a luta e a morte. Com seu estilo jazzístico de groove pré-rock, "Duquesne Whistle" poderia ser de qualquer um dos três últimos álbuns de Dylan, Love and Theft (2001), Modern Times (2006), e Together Through Life ...

11 de setembro: o dia que nunca mais foi esquecido

Há dez anos atrás, eu apenas me lembrava que eu era um menino que só se preocupava em me divertir com os meus brinquedos. Naquele 11 de setembro, exatamente numa terça-feira, eu me lembrava dos noticiários em todos os canais de televisão transmitindo aquela tragédia que chocou a mim e ao resto do mundo inteiro. Aquilo foi algo que fez com que os corações de todas pessoas se tornaram em um único e doloroso sentimento de perda. Sabe, por mais que eu fosse brasileiro, eu também sentia a dor das pessoas, as fumaças escuras, a explosão, o World Trade Center caindo em sua destruição culminando em uma enorme envergamento de fumaça. Praticamente tudo parou! A música, a TV, a hora, as árvores, e até o ar parou de circular normalmente. Eu me lembro de estar acompanhado frente a TV, sem me desgrudar do terrível acontecimento, e eu me lembrava como se fosse hoje. Eu era pequeno e eu pedia para minha mãe para que algo fosse feito, como se realmente alguém pudesse resolver aquele problemão. A...

2 Chainz, 'Based on a T.R.U. Story'

Nos anos '90, Tauheed Epps tem feito sucesso como um rapper bastante introspectivo, quando ele fazia uma parceria com Playaz Circle. Agora recentemente, ele colocou um apelido de 2 Chainz, e ainda por cima o seu som se transformou em um hip-hop mais promíscuo, hilariante, mas com uma boa parcialidade nas batidas, o que mostra um trabalho muito bem realizado, principalmente em "Birthday Song", single que foi gravado com a participação especial de Kanye West, o maior rapper negro da atualidade. Por Leonardo Pereira

Art Garfunkel, 'The Singer'

Este conjunto de dois CDs reúnem os maiores sucessos de Art Garfunkel, ex-parceiro de Paul Simon na formação clássica folk do Simon & Garfunkel durante os anos 1960. Dos famosos sucesos de seu ex-duo musical, temos os incomparáveis e reconhecíveis "The Sounds of Silence" e "Bridge Over Troubled Water". Mas além disso, temos seus projetos solos aqui bem representados, alguns regravações como "Disney Girls", dos Beach Boys. Para ser bem sincero, The Singer competentemente é um trabalho revelador do início ao fim. Mas a magia contida na voz de Garfunkel é maravilhosamente interpretada em grandes realizações, como na versão ao vivo de "For Emily, Wherever I May Find Her", assim como "Perfect Moment", que também surpreenderam os nossos ouvidos autenticamente; um dueto com James Taylor na canção "Crying in the Rain", dos Everly Brothers, que bate com toda sua força soando na medida, mas porém, sem se esquecer que a ve...